Espaço onde se abordam relevantes questões relacionadas com o desporto em geral.
Segunda-feira, 09 DE Setembro 2013

No passado fim de semana um árbitro queixou-se de ter sido agredido e duas partidas de futebol (Boavista-Freamunde e Alcanenense-Lourinhanense) não se realizaram por falta de policiamento. 

Rádio Renascença e O Jogo.


É o que dá alterar leis à pressa e com o único objectivo de poupar dinheiro.
À atenção dos clubes reitero o que já referi em Novembro de 2012 e em Fevereiro deste ano:
"os clubes e SAD`s que não solicitem policiamento nos seus recintos em partidas oficiais poderão vir a ser responsabilizados criminal e civilmente por acontecimentos que lá ocorram."

A segurança privada tem limitações. O que não se coaduna com espectáculos públicos onde as emoções são fortes e, por vezes, mesmo irracionais. Com rivalidades e ódios antigos à mistura.
Esteve mal este Governo ao permitir situações destas. 
Mas está ainda a tempo de rectificar o erro antes que alguma desgraça aconteça.

Na minha opinião, apesar da legislação em vigor permitir que uma partida de futebol não profissional se realize sem a presença de agentes de autoridade (PSP e GNR), os árbitros que entendam não estarem reunidas condições de segurança suficientes no recinto desportivo para poderem dar ínicio a um jogo podem (e devem) recusar-se a fazê-lo. Não incorrem na prática de qualquer ilícito disciplinar.




publicado por Pedro Miguel Branco às 15:16
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